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OS DESAFIOS PARA UMA SIPAT SURPREENDENTE

Proteger e cuidar dos colaboradores é uma obrigação dos empregadores. Dentre tantas medidas, todos os anos a legislação trabalhista exige a realização da SIPAT – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho. A programação deve ser elaborada com participação da CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e refletir as principais necessidades dos colaboradores.

Em muitas empresas, a SIPAT se tornou um evento de grandes proporções, que envolve milhares de colaboradores e diversas unidades, e o segundo semestre tem sido considerado o período ideal para realizá-lo. Muitas, atrelam a SIPAT ao Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, instituído em 1972 no dia 27 de julho.

Então, chegamos em 2020 e uma pandemia nos pegou de surpresa impondo diversas restrições, como medidas preventivas à propagação do novo coronavírus, dentre elas o distanciamento social. Mas, não é porque muitos estão trabalhando em home office, nossas empresas estão repletas de dispensadores de álcool em gel, termômetros de temperatura corporal, máscaras e demarcações no refeitório, no chão ou nas cadeiras ou ainda porque precisamos nos manter a pelo menos 1,5 m de distância das demais pessoas que não precisamos realizar a SIPAT este ano.

Pelo contrário! A SIPAT continua sendo obrigatória e se faz ainda mais necessária, sobretudo pelos riscos desencadeados nos ambientes de trabalho pelo novo coronavírus e pelo novo normal que foi imposto a todos nós.

O novo coronavírus trouxe riscos além daqueles inerentes à contaminação. Colaboradores distraídos ou preocupados são mais suscetíveis a erros e, portanto, estão mais expostos a um acidente de trabalho. E, convenhamos, distrações e preocupações não faltam: saúde dos familiares, contas no final do mês, redução de jornadas e salários, medo do contágio, aflição e excesso de informações, angústia com o número de casos que não para de subir, ansiedade e até depressão por não saber quando tudo isso vai acabar.

Todo esse contexto exige uma SIPAT surpreendente. Então, chama o pessoal da CIPA para ver, com você, dicas incríveis com tudo o que uma SIPAT perfeita para esse novo normal precisa ter, e com o que é necessário para fazê-la acontecer!

O QUE NÃO PODE FALTAR PARA A SIPAT DO NOVO NORMAL

CONTEÚDO

Para ser aderente, a programação do evento precisa fazer sentido para todos os colaboradores da sua empresa, do administrativo à produção, e ter relação com o contexto que estamos vivendo. Por isso, privilegiar temas que tratem sobre qualidade de vida e autocuidado num contexto mais amplo e reforçar as normas básicas de segurança do dia a dia são bons caminhos a serem seguidos. Confira algumas sugestões:

Saúde Mental: como está a saúde mental das suas equipes e de que forma a SIPAT pode promovê-la, apresentar práticas saudáveis, dicas para manter a mente sã, ajudar os colaboradores a identificarem sintomas e doenças que requerem atenção, apresentar serviços já existentes na organização para esse tema ou até vinculados ao plano de saúde corporativo.

Saúde preventiva: o novo coronavírus levantou novas preocupações entorno de velhas conhecidas dos médicos como a hipertensão, a diabetes e a obesidade. Que tal aproveitar a programação da SIPAT para falar sobre doenças crônicas que podem ser prevenidas e combatidas com boas práticas? Para os colaboradores que estão trabalhando na empresa vale até caprichar em um cardápio diferente para um almoço especial. Quem está em home office, nesse dia, pode receber uma marmita saudável por delivery. Aqui, apostar em materiais preparados com consultoria de profissionais de saúde é fundamental.  Professores de educação física, nutricionistas e médicos são opções ideais e acessíveis para construir conteúdos exclusivos e com credibilidade.

Distrações e suas consequências: pode não parecer, mas a distração é um dos principais vilões dos locais de trabalho quando o assunto é segurança e eficiência. Acontece que muitas vezes os colaboradores nem percebem que estão distraídos. Chamar a atenção para o que é estar distraído, os riscos e as consequências para a segurança de todos é uma boa pedida.

MEIOS

As recomendações de distanciamento social não deixam outra alternativa a não ser realizar a SIPAT de forma digital e virtual. Internet, smartphones e TVs Corporativas serão seus grandes aliados para divulgar os conteúdos elaborados e envolver os colaboradores, remotamente ou na empresa. Mas, não esqueça de dois pontos principais.

1 – Apesar de a internet possibilitar que os conteúdos possam ser assistidos em qualquer horário e lugar, a SIPAT precisa ser realizada durante o expediente do colaborador. Por isso, insira na lista de tarefas diárias um momento para que ele possa relaxar e acompanhar a programação.

2 – Libere o wi-fi. Pode parecer que não, mas nem todos na sua empresa têm celular com acesso irrestrito à internet. Por isso, no período da programação, libere senhas de acesso para que todos possam acompanhar os conteúdos sem custos extras com recargas de telefone.

Agora, explore todas as possibilidades que os meios de comunicação oferecem: vídeos, entrevistas, aulas-show, lives, encontros virtuais em ferramentas como Teams ou Zoom, infográficos, folders, conteúdos faça você mesmo, ebooks…. Não esqueça de contar com o auxílio profissional para deixar seus conteúdos envolventes e engajadores.

INTERAÇÃO

Quando questionados sobre o que mais gostam na SIPAT, com certeza os colaboradores vão afirmar que uma das coisas é a interação entre os colegas. Por isso, mesmo que a programação deste ano seja online, invista em momentos de interação, como videoconferências ou lives, em que todos possam participar, tirar dúvidas, conversas e trocar experiências. Manter a interação social, mesmo em tempos de isolamento, é um poderoso aliado da saúde mental.

Alguns aplicativos, como Edupulses e Kahoot, por exemplo, podem ajudar a elaborar games virtuais, como de perguntas e respostas, para tornar a interação ainda mais divertida.

RECONHECIMENTO

A busca pelo conhecimento e os benefícios para a saúde e segurança de todos devem ser os motivos principais pelos quais os colaboradores devem participar da SIPAT. Mas, criar um sistema de reconhecimento para aqueles que realizarem 100% das atividades será um incentivador a mais e vai, inclusive, criar uma competição saudável entre os times.

Para isso, propor a programação da SIPAT em um esquema de trilha de conhecimento, com pontuações e prêmios ao final, é só uma entre tantas alternativas para estimular a participação e reconhecer os colaboradores mais ativos. Entre os brindes, vale até dar um dia de folga para o colaborador aproveitar com a família.

NÃO ESQUEÇA DOS LÍDERES!

Os patrocinadores são os líderes de equipes, eles serão os responsáveis por divulgar a SIPAT, chamar a atenção da equipe quando um novo conteúdo estiver no ar, criar curiosidade e incentivar que todos tenham interesse em acompanhar a programação. Mas, para que eles desempenhem esse papel de forma verdadeira precisarão, primeiro, serem encantados. Por isso, convide-os para contribuírem com sugestões para a programação, com dicas de temas ou formatos que serão mais adequados para as equipes. Afinal, mais do que ninguém, eles sabem quais são as principais “dores” das suas equipes. Programação e conteúdos prontos, faça para eles uma apresentação exclusiva sobre a SIPAT, os temas abordados e formatos usados.

COMO ESTÁ A SUA SAÚDE MENTAL?

 

Com a pandemia, isolamento social, número de mortes, mutação do vírus, cura, não cura, tem trabalho, pode não ter mais e outras mil coisas pelas quais somos bombardeados atualmente, como está a sua saúde mental?

Se ninguém fez essa pergunta a você ainda é porque você está disfarçando muito bem ou realmente está conseguindo lidar com a situação. Mas, saiba que é normal surtar, às vezes.

O que não é normal é culpar aqueles que estão ao seu redor, descontar neles as frustrações e não dar amor o máximo que puder, pois todos estamos passando pelo mesmo momento.

Segura a ansiedade

A Organização Mundial da Saúde, antes mesmo da pandemia, já havia divulgado que o Brasil é o país mais ansioso do mundo. Junte isso ao fato de estarmos enfrentando algo novo, invisível e sem cura, até o momento. É muita ansiedade correndo nas veias dos brasileiros.

São empreendedores sem saber o que fazer para manter seus negócios. As pessoas com mais de 60 anos apavoradas por fazerem parte do grupo de risco. O jovem com asma que está com medo de ter complicações mais graves caso pegue a doença.

Como manter a saúde mental durante a pandemia?

São várias as situações que irão deixar você apreensivo. O fato de ter que trabalhar em home office, por exemplo, requer uma reeducação comportamental, assim como ficar em isolamento. Pense que tudo mudou e que você pode mudar também. Na verdade, nós devemos mudar neste período para conseguirmos ultrapassar essa fase de maneira saudável.

Separamos algumas dicas que encontramos para ajudar você a manter sua saúde mental durante a pandemia.

1 – Evite excesso de informação

Um estudo do Google Consumer Barometer, de 2017, revelou que em 2012 somente 14% da população tinha smartphones. Enquanto isso, em 2016 o número pulou para 62%. Hoje, há mais de 230 milhões de smartphones em uso só no Brasil. E no mundo todo? São mais de 5 bilhões de smartphones.

Com esses dados podemos afirmar com toda certeza que as pessoas estão recebendo mais notícias, o tempo todo, do que há alguns anos. Por isso, neste momento, o ideal é ter um tempo para tudo, até para se atualizar sobre os números da pandemia. Use o celular para manter contato com a família, com os amigos, para ler coisas boas, aprender uma receita nova no YouTube e coisas desse tipo.

Tire o lado bom de tudo, sempre.

Dica de ouro

Uma dica bem legal que li há algum tempo, e que vale para o momento já que estamos falando em diminuir a ansiedade, é que o ideal é desabilitar o som das notificações do seu celular.  Embora você já deva ser viciado em notificações.

Estudos apontam que tocamos nossos celulares pelo menos 2.600 vezes por dia. Grande parte acontece por causa das notificações, que possuem mecanismos psicológicos e fisiológicos capazes de estimular o nosso cérebro da mesma maneira que uma substância viciante faria.

Receber inúmeras notificações indicando que sua foto foi curtida ou receber uma mensagem de alguém libera dopamina (um neurotransmissor que desempenha papel fundamental em nosso comportamento), que dá prazer e resulta em sensações “calmantes”. Por outro lado, a falta de novas mensagens ou de avisos pode trazer o efeito contrário, causando respostas negativas como ansiedade ou outros sentimentos ruins pela queda desse neurotransmissor.

2 – Faça terapia on-line

Dizer que terapia é para louco já é uma ideia ultrapassada. Todo mundo precisa de terapia, alguns mais, outros menos, mas seria ideal que todos nós procurássemos um terapeuta, principalmente quando sentimos que a nossa ansiedade está muito alta. Não tenha medo e nem vergonha e agora, com a possibilidade de fazer terapia on-line, você precisa se preocupar muito menos com isso.

Caso você já faça terapia, converse com o seu psicólogo sobre a possibilidade, pois é ela boa tanto para o profissional, que não perde a sua renda, quanto para você, que continuará com a mente saudável.

3 – Faça meditação

Você nunca fez meditação? Então, faça. Aproveite que no YouTube há várias aulas gratuitas e, pelo menos, tente fazer. No primeiro dia, pode ser que você se identifique muito ou não queira nem fazer a segunda aula. Eu recomendo tentar a segunda e a terceira aula, depois disso veja como você se sente. Se te fez bem, aproveite e incorpore a meditação no seu dia.

4 – Saia da rotina

Sabemos que quem está em home office precisa criar uma rotina para não se perder nos horários e para não ter a sua produtividade prejudicada, mas fora do seu horário de trabalho faça coisas diferentes. Não é possível sair de casa, ok. Mas, em uma noite, é possível ir para a cozinha com os filhos e tentar fazer um bolo diferente. Em outra, assistir a um filme com a pessoa amada e, na seguinte, meditar juntos. Viu, conseguimos até aliar algumas dicas aqui.

5 – Faça o que gosta

E se você gosta de artesanato e nunca teve tempo para se dedicar a isso, agora é a hora. Você gosta de estudar e não tinha tempo para fazer um curso novo, agora tem. Você gosta de pintar, então pinte. Fazer o que a gente gosta traz sensação de prazer. Essa sensação é gerada pelos hormônios conhecidos como o quarteto da felicidade: endorfina, dopamina, serotonina e ocitocina.

O desequilíbrio pode provocar insônia, estresse, ganho de peso e, é claro, mau humor. O equilíbrio pode ser mantido com as dicas acima aliadas a uma alimentação saudável, que vai ajudar a liberação desses neurotransmissores na corrente sanguínea.

Procure saber mais

A internet nos bombardeia com informações, basta você definir como serão as bombas. A informação é uma grande aliada para mantermos a nossa saúde mental em dia, por isso cuide com as suas fontes. O Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por exemplo, criaram uma cartilha com recomendações gerais sobre Saúde Mental e Atenção Psicossocial na Pandemia COVID-19, devido à quantidade de perguntas que recebiam por e-mail sobre o assunto. A cartilha está disponível neste link: https://bit.ly/300lLpZ

No site da Fiocruz também há uma área exclusiva para saúde mental com materiais informativos sobre o período de pandemia. Acesse: https://bit.ly/3dv7eGP

Um forte abraço virtual e até nosso próximo assunto.

Como aumentar a produtividade em Home Office

Devido à pandemia do novo coronavírus, muitas empresas adotaram o home office. Mas, foi tudo muito rápido e, em alguns casos, sem planejamento. Portanto, muitas empresas e muitos colaboradores aprenderam e estão aprendendo na prática essa nova modalidade de trabalho.

No início da novidade, a primeira coisa a fazer foi arrumar um espaço em casa para trabalhar, explicar para a família, principalmente para os filhos pequenos, que estar em casa não queria dizer férias, então foram estabelecidas regras para que tudo acontecesse da melhor forma.

Os dias foram passando e lá se vão alguns meses em home office. Tem aqueles que gostaram de trabalhar em casa, mas tem aqueles que não veem a hora de voltar para o trabalho.


Por que voltar se é mais seguro em casa?

Conscientemente todos sabemos que é mais seguro, neste momento, trabalhar em casa, mas o nosso cérebro não funciona assim. Segundo a neurocientista Thaís Gameiro, sócia-fundadora da Nêmesis Neurociência Organizacional, em entrevista ao site UOL, o cérebro estranha essa mudança porque desde que acordamos até chegarmos ao local de trabalho 40% das atividades realizadas são inconscientes e autômatas, incluindo escovar os dentes e pegar o transporte.

Quando a rotina muda, o cérebro gasta mais energia porque precisa se concentrar mais nas atividades que antes eram automáticas. Além disso, assimilamos o local em que estamos. Antes, ficar em casa significava descanso, repouso, aproveitar a família, enfim, não era sinônimo de trabalho. Já o local de trabalho, com sua cadeira, mesa, colegas no mesmo ritmo diário, indicava inconscientemente essa relação.

O melhor dessa história é saber que isso pode mudar, basta treinar o cérebro, que é um órgão capaz de produzir novas conexões e fixar hábitos inéditos que irão potencializar o trabalho. Para isso, a neurocientista deu algumas dicas, como manter a mesma rotina, escolher um único espaço da casa para trabalhar, ter a mesa organizada, tirar o pijama, saber a hora de parar, realizar uma tarefa de cada vez, trabalhar com regras e não se isolar.

O que você acha de falarmos sobre cada dica? Perfeito. Vamos lá!

Dicas para aumentar a produtividade em home office

– Manter a mesma rotina de antes: acordar no mesmo horário de quando você saía para trabalhar é o começo. Nada de pensar que pode dormir mais só porque não vai precisar se deslocar. Essa dormidinha a mais pode acabar com o resto do seu dia.

– Monte o seu escritório: escolha um local da casa para ser seu escritório e, se possível, providencie água, cafezinho e até umas bolachinhas para não ter que sair pela casa atrás de mantimentos. Ter esse espaço vai fazer com que você crie o hábito, que é motivado pela repetição.

– Mantenha seu escritório organizado: a desorganização e a bagunça em cima da mesa são prejudiciais para a sua produtividade até mesmo quando você está na empresa. Por isso, para evitar desatenção e esgotamento, nada de papelada rolando de lá para cá.

– Tire o pijama: essa é uma das melhores dicas. Você pode achar legal estar de boa com seu pijama, bem à vontade, mas na verdade está se prejudicando. Lembra que falamos sobre como o cérebro é influenciado inconscientemente pelo ambiente? Então, tire o pijamão, escove os dentes, tome um banho, vista-se e fique em casa, mas preparado para uma possível chamada de vídeo.

– Saiba a hora de parar: “Só mais um pouquinho”. Essa frase pode fazer parte dos seus dias, mas você poderá terminar a semana esgotado com a soma dessas “horinhas” extras. Uma dica para não passar do horário é marcar um compromisso para o final do expediente. Vale um filme com os filhos no sofá.

– Uma coisa de cada vez: tenha foco no que está fazendo. Já foi provado que fazer várias coisas ao mesmo tempo é um mito.  Você até pode ter facilidade para mudar o foco, mas isso prejudica a liberação de dopamina, o que impacta na atenção, e sem a atenção a produtividade será mais um problema na lista de coisas a resolver.

– Tenha algumas regras claras: o mundo está caótico e trabalhar a distância pode ser muito estressante quando aparecem ruídos na comunicação com o chefe e com os colegas. Então, tenha as suas demandas claras e organizadas. Saiba o que é preciso ser feito, como e para quando. Com clareza e empatia, o relacionamento da equipe também ganha e a produtividade só aumenta.

– Seja social, mesmo em isolamento: não se isolar em casa é uma dica muito importante. Muitos da sua equipe estão conectados como você, então aproveite para trocar ideias, falar sobre o dia e também sobre assuntos além do trabalho. Alguns minutinhos de conversa vão melhorar o seu dia e fazer o seu trabalho render mais.


Cuide de você e dos outros

Você também nunca ouviu tanto essa frase, mas a verdade é que precisamos nos cuidar, evitar aglomerações, usar máscara, lavar as mãos e usar álcool em gel. Assim, você estará cuidando de você e das pessoas que estão ao seu redor. Agora é a hora de trabalhar seu cérebro para se adaptar a essas mudanças e manter a mente e o corpo sãos. Falando em mente e corpo sãos, um ótimo assunto para nossa próxima conversa é sobre como manter a mente sã com o caos que estamos vivendo. O que acham? Simmm… é perfeito.

Então, lembrem-se de acompanhar nossos artigos. Você pode ainda sugerir assuntos do seu interesse. Manda aí!

Um abraço e até.

Tempos de fortalecer a confiança

Diante de uma situação de pandemia e possível crise econômica, é preciso fortalecer a confiança da sua equipe. Todos os profissionais devem se questionar sobre o que vai acontecer daqui para frente.

Como ter confiança durante um cenário de muitas incertezas e pouca esperança no futuro? Saiba que o engajamento da sua equipe é a solução para esse questionamento.

Todas as organizações, públicas e privadas, estão dando prioridade à vida. Estão preocupadas com seus colaboradores e em como passar por essa pandemia sem maiores danos.
Para isso, líderes e gestores de todos os níveis estão também se adequando ao novo gerenciamento de suas equipes. Liderar não é tarefa fácil. Traz incertezas, erros e acertos, mas também muitos motivos do que se orgulhar.

Como destacou o presidente do conselho das Lojas Renner, José Galló, em um artigo escrito para o Brazil Journal:
“Os que melhor fizerem a gestão deste momento delicado estarão mais preparados para os novos tempos. Estarão mais eficientes, mais produtivos, mais inovadores e mais rápidos para uma retomada, e para a conquista de uma melhor posição de mercado no futuro.”


“ENGAJAMENTO É A COMUNICAÇÃO EM AÇÃO”

Essa frase é da fundadora da Compreendo Endomarketing e idealizadora da plataforma endomarketing.online, Juliana Rodermel Joaquim, que afirmou durante o seu curso “Fortalecendo a Confiança do Colaborador” que a comunicação agora é mais essencial do que nunca.

Ela divulgou ainda uma pesquisa da Revista VOCÊ/SA, de abril deste ano, em que 52% dos colaboradores ficam estressados quando uma organização apresenta problemas na comunicação. Os resultados disso são: 25% das metas de desempenho não alcançadas e 18% das vendas perdidas.

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É bom lembrar ainda que um líder não faz sozinho o seu trabalho. Conta com a sua equipe que faz acontecer com garra quando acredita no propósito da empresa e na organização da qual faz parte. Então, engajamento é a chave para o sucesso.

COMUNICAÇÃO ENGAJA E FORTALECE

O endomarketing estabelece essa relação de confiança entre a empresa e o colaborador, fazendo com que ele se sinta parte de uma grande construção chamada propósito.

Para confiar, o colaborador precisa conhecer a estratégia da empresa e sentir nas veias a cultura da organização. Por isso, a comunicação é tão importante e, durante a crise, mais essencial do que nunca.

Algumas dicas é deixar claro o propósito da empresa, o porquê de fazer isso; os valores, que resumem como uma organização pensa; e a importância que cada um tem para fazer o negócio acontecer.

É por meio do endomarketing que essa conexão é feita entre o que a empresa quer e o que o colaborador espera. Os resultados de uma comunicação bem-feita é um time unido pelo mesmo objetivo, um clima organizacional mais leve e, consequentemente, mais produtivo.


APRENDER COM OS DESAFIOS

Garantir a saúde dos colaboradores, prevenir todos do novo coronavírus, dar continuidade ao negócio e evitar perdas, é o cenário do momento atual e devemos lembrar que somos brasileiros e que estamos enfrentando junto com o mundo essa pandemia.

A hora é de manter a calma, adaptar-se, seguir em frente e aprender com tudo que estamos vivendo. Administradores de todas as empresas estão agindo com responsabilidade, cuidando da saúde de todos e, quem sabe o mais importante, agindo com compaixão para entender que é uma fase difícil, mas que vai passar e nos adaptaremos ao “novo normal”. Compaixão, inclusive, deve ser exercida também pelos empregados com seus colegas e líderes.

Além disso, é preciso pensar na estabilidade do negócio para que quando tudo isso passar, e vai passar, todos possam voltar ainda mais fortalecidos e com o propósito mais claro de união, trabalho em equipe, solidariedade e vitória.

Para chegarmos lá, a confiança em dias melhores deve estar mais presente a cada momento. Lembre-se que o Brasil não vai acabar. Os brasileiros já passaram por outras crises e sobreviveram porque se adaptaram ao novo, mas confiaram que podiam vencer cada obstáculo.

E esse é mais um que será superado e vamos estar juntos quando tudo isso acabar. Teremos novos pensamentos, novas perspectivas, novos negócios. Vamos nos tornar melhores profissionais e seres humanos.

Conheça outros cursos que complementam o que você viu nesse conteúdo:

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Seis motivos para a sua empresa investir em planejamento agora

Nos últimos meses do ano, as empresas fazem seus balanços finais e o planejamento, algo essencial para a estratégia de negócio. Para alcançar grandes resultados o planejamento estratégico é fundamental.

 

MAS VOCÊ SABE O QUE DEVE TER EM UM PLANEJAMENTO?

É o planejamento que antecipa seus passos e faz você ver com clareza como agir em seus planos de curto, médio e longo prazo. Uma questão muito importante é ressaltar aqui que as estratégias de Endomarketing e Comunicação Interna precisam estar nesse documento e os líderes devem ter atenção neste momento, pois é importante lembrar que seu público interno é a sua ferramenta principal para alcançar seus objetivos. Então, planejar é preciso e esta é a hora.

Conheça seis motivos pelos quais a sua empresa deve investir em um bom planejamento de Endomarketing e Comunicação Interna:

  1. Percepção de público

Quando você planeja, tem a oportunidade de estudar e analisar o seu público. Poderá focar em iniciativas e projetos que conversarão de verdade com os colaboradores. Um bom planejamento é aquele que te torna um encantador de clientes internos.

  1. Plano de ação

Você terá uma visão de negócio ampliada e entenderá quais ações precisam de investimentos imediatos e quais serão executadas em longo prazo. Será possível elaborar um plano tático.

  1. Delegação de tarefas

Definição de quem irá fazer o que. Dessa maneira, o acompanhamento e a avaliação do desempenho de determinada ação fica ainda mais fácil.

  1. Economia de custos

Planejar significa antecipar, prever os possíveis cenários para o futuro. Um bom planejamento de comunicação evita que tudo seja feito de última hora, em cima dos prazos e com orçamentos absurdos.

  1. Avaliação de resultados

Para quem tem um objetivo, o planejamento é essencial. Ao planejar a comunicação, a sua empresa pode determinar que indicadores servirão para medir o sucesso das iniciativas.

  1. Revisão constante

O mais indicado é que as empresas façam um planejamento de comunicação anual, adequando as ações ao direcionamento estratégico de negócios da companhia. Contudo, é comum que novas necessidades apareçam durante o percurso. É preciso estar sempre atento às novas demandas e ter coragem de realizar ajustes no seu planejamento quando for necessário.

 

DICA

Lembre-se de analisar o impacto que o planejamento estratégico trará para a sua empresa, pois é ele que passará a definir e informar todos os outros planos da companhia. O planejamento é um condutor, um mapa, uma bússola ou o que você entender por norteador de decisões da sua equipe. Sem ele, você corre muitos riscos. Pense na sustentabilidade do seu negócio. Tenha um bom planejamento e muito sucesso!

Principais conceitos sobre Endomarketing que você deve conhecer

Cada segmento tem seu próprio vocabulário. É assim com a Medicina, com a Administração e a Engenharia. Não poderia ser diferente com o Endomarketing. Para ajudar você a ficar por dentro de todos os termos que envolvem esse universo, preparamos um glossário com 14 principais termos mais utilizados em nosso negócio. Confira:

 

  1. ABSENTEÍSMO:
  • Palavra originada de
  • Abster: fazer parar, conter, deter, tirar a possibilidade de, privar, impedir. Ainda: privar-se do exercício de algo
  • Na gestão de pessoas, o absenteísmo é um índice utilizado para somar os períodos em que o funcionário permanece ausente do trabalho, por faltas justificadas, injustificadas, atrasos e até por desmotivação.
  1. BRAND MANAGEMENT:
  • Termo que designa a Gestão da Marca, consiste em todo o trabalho de divulgação e consolidação de uma marca no mercado, fidelizando consumidores, público-interno e aumentando o Brand Equity.
  1. BRAND EQUITY:
  • Valor monetário da marca no mercado, é impactado diretamente pela satisfação dos funcionários. Vale lembrar que os funcionários se tornam os maiores defensores de uma marca quando estão felizes e acreditam no trabalho que realizam.
  1. BRANDING:
  • Conjunto de elementos que compõem a identidade visual da empresa como logomarca, logotipos, slogans, nome, frases, ideias, imagens, símbolos etc., geralmente consolidados no Brandbook.
  1. BRANDBOOK:
  • Também conhecido como Manual de Marca, contém as diretrizes para utilização de uma marca e seus elementos visuais em materiais publicitários e institucionais.
  1. BRIEFING
  • Documento oficial das agências, reúne todas as informações necessárias para o desenvolvimento de uma campanha.

    DICA COMPREENDO: Esse é um dos documentos mais importantes do nosso processo, ele contém todos os detalhes repassados pelos clientes para que as campanhas fiquem perfeitas, gerem resultados e felicidade.

  1. COMUNICAÇÃO INTERNA
  • Prática geralmente concentrada na área de Recursos Humanos e realizada por agência especializada, consiste na comunicação da empresa com o funcionário, incluindo notícias institucionais, comunicados internos, informações sobre produtos ou serviços, mudanças operacionais, informações sobre benefícios e muitas outras.
  • A comunicação interna ganhou dimensão estratégica nas empresas modernas, que prezam pelo bem-estar e felicidade dos seus funcionários e têm a transparência e a comunicação como ferramentas para conquistar engajamento e orgulho em pertencer.
  • A comunicação interna contempla a criação de veículos de comunicação específicos para os públicos internos. Jornal mural, revistas para colaboradores, listas de transmissão ou TVs corporativas, são inúmeras as possibilidades de comunicar. O importante é escolher a mais adequada para o público-alvo da informação.
  1. CLIMA ORGANIZACIONAL
  • Ele não é palpável, mas é fundamental para a sustentabilidade do negócio. O clima organizacional é um retrato da felicidade das pessoas, quanto mais positivo ele for, melhores serão os resultados das empresas. A motivação e o relacionamento entre as pessoas impactam diretamente no clima, e manter esses quesitos sempre em alta é um dos objetivos do endomarketing e da comunicação interna.
  1. CULTURA ORGANIZACIONAL
  • Consiste em um arcabouço de elementos que darão clareza sobre missão, visão, valores e propósito das empresas, em que também estão respondidas questões como aonde a empresa quer chegar e qual o impacto que ela quer deixar para a sociedade em que está inserida. Uma cultura organizacional forte e bem comunicada vai engajar os funcionários que se identificam com os propósitos da organização.
  • A cultura organizacional também engloba aspectos sobre rotina organizacional e diretrizes comportamentais dos funcionários. Por isso, vale lembrar que as práticas da empresa, dentro e fora dela, precisam ser coerentes com o discurso e que os líderes são os principais influenciadores das equipes. Por isso, também devem ter comportamentos condizentes com a cultura da organização.
  1. EMPLOYER BRANDING
  • A tradução literal de Employer Branding é marca empregadora. Indo mais a fundo, compreende uma estratégia composta por um conjunto de ações, que incluem a comunicação, realizadas dentro e fora da organização para fortalecer a imagem da empresa como boa empregadora. Como resultados, atração e retenção qualificada de talentos.
  1. ENDOMARKETING
  • Trata-se uma estratégia fundamental para as empresas, que reúne um conjunto de ações de marketing voltadas para o público interno das organizações.
  • O endomarketing tem missão de “vender” a marca da empresa para o público interno, aqui considerados os funcionários, revendedores, acionistas, entre outros, com o objetivo de valorizar a marca enquanto boa empregadora, promover o engajamento e aumentar a produtividade.
  1. ENDOBRANDING
  • Assim como o brandbook, o endobranding traz regras e diretrizes para a aplicação da marca e demais elementos relacionados a ela, mas desta vez voltados para o endomarketing e o público-interno.
  1. JORNAL MURAL
  • Uma das inúmeras ferramentas utilizadas pela Comunicação Interna para divulgar informações institucionais e estratégicas aos colaboradores, de forma mais rápida e objetiva. É uma ótima opção, por exemplo, para empresas com grande quantidade de funcionários, principalmente de áreas operacionais, como metalúrgicas.
  1. RÁDIO-PEÃO

Tipo de comunicação informal realizada entre os funcionários que alimenta fofocas e desinformações dentro da empresa, afetando principalmente o trabalho em equipe e o clima da organização. Eliminar a radio-peão é um dos principais resultados de uma comunicação interna eficiente.

Employee Experience: o que você deve saber?

Empresários, profissionais de RH e gestores estão ouvindo muito as palavras Employee Experience, mas precisam saber também o que é e quais as ferramentas disponíveis para aplicar esse novo conceito.

O Employee Experience é a experiência do colaborador, a jornada dele desde o momento em que ele se interessa por uma vaga em sua empresa até a aposentadoria ou desligamento do mesmo. O Employee Experience tem o objetivo de proporcionar melhora no clima organizacional, atração de profissionais de alta performance e a retenção de talentos.

Para falar sobre as vantagens dessa ferramenta, foi promovido um workshop, ministrado pelo CEO da Pulses, Cesar Nanci, para clientes de todo o Brasil.

Saiba mais logo abaixo.

WORSHOP APRESENTA AS VANTAGENS EM ANALISAR A EXPERIÊNCIA DO COLABORADOR

O Workshop “Employee Experience: a jornada de experiência do colaborador”, promovido pela Compreendo Comunicação, em Jaraguá do Sul, abordou o tema com clientes de todo o Brasil, presencialmente e on-line, com a apresentação de ferramentas para mapeamento e diagnóstico da experiência, cases sobre experiências incríveis vividas pelo colaborador através de ferramentas de Design Thinking e as vantagens desse novo conceito.

O evento foi idealizado para comemorar os nove anos de atuação da agência na área de endomarketing.

O Workshop foi ministrado pelo CEO da Pulses, Cesar Nanci, que falou sobre o ciclo de experiência do colaborador como diferencial competitivo no futuro dos profissionais de RH. “A experiência do colaborador começa no momento em que ele olha o site da empresa e vê um anúncio de vagas e só termina quando ele se torna um ex-colaborador, sai da empresa ou se aposenta. O nosso objetivo foi mostrar a teoria por trás do Employee Experience, um tema extremamente novo, mas que mostra em seus primeiros estudos o impacto da experiência do colaborador no engajamento, no nível de performance da equipe, na inovação e até mesmo no lucro. Aquelas empresas que olham com mais cuidado para o assunto estão à frente daquelas que não levam o tema tão afinco”, falou o CEO.

Cesar Nanci ainda destacou que nos Estados Unidos esse tema foi considerado um dos mais relevantes na área de Recursos Humanos. “Temos que olhar para fora do País e ver que o momento americano vive uma realidade de pleno emprego, onde a briga de talentos está extremamente forte. Esse cenário favorece a criação de startups focadas no recrutamento e seleção para que as empresas recrutem mais rapidamente e sejam mais assertivas. Olhar e analisar a experiência do colaborador vai fazer com que ele fique mais tempo na empresa ou que sempre lembre da organização com carinho.”

O CEO finalizou dizendo que as ferramentas de Employee Experience têm caráter analítico. “Os RHs são muito intuitivos e são bons nisso, mas eles precisam ir além e comprovar a intuição com dados”, falou.

Dez competências para desenvolver agora

É essencial que o profissional compreenda a importância de descobrir e desenvolver as competências que possui e que farão a diferença no ambiente corporativo. Essa não é uma tarefa fácil, mas, quando bem executada, apresenta resultados concretos e duradouros.

A Revista Exame, com base no relatório do Fórum Econômico Mundial, listou as competências que os profissionais precisarão desenvolver até 2020 para que se mantenham ativos e funcionais no mercado de trabalho. O documento ainda afirma que as mudanças são justificadas no contexto da chamada Quarta Revolução Industrial formada pela era da robótica avançada, inteligência artificial, automação no transporte e aprendizagem automática.

Confira as competências que o profissional precisa dominar, segundo o relatório:

Resolução de problemas complexos – O relatório do Fórum Econômico Mundial aponta que 36% das atividades em todos os setores da economia exigirão habilidade para solução de problemas complexos.

Pensamento crítico – O pensamento crítico é o uso da lógica e da racionalização para identificar forças e fraquezas de soluções alternativas, conclusões e abordagens a problemas.

Criatividade – Profissionais criativos terão a oportunidade de se beneficiar em cenários de rápidas transformações em produtos, tecnologias e modos de trabalho.

Gestão de pessoas – A capacidade de motivar, desenvolver pessoas e de identificar talentos é a parte da função de um gestor mais destacada pelo relatório.

Coordenação – Aspectos ligados à colaboração e à facilitação de processos são as principais qualidades que especialistas apostam como obrigatórias nos gestores do futuro.

Inteligência Emocional – A gestão adequada das emoções é uma habilidade que pode fazer profissionais passarem pela crise com mais serenidade e sem perder o “espírito de luta”.

Capacidade de julgamento e de tomada de decisão – profissionais hábeis em analisar dados e tomar decisões se destacam no mercado de trabalho e tendem a ser ainda mais valorizados até 2020.

Orientação para servir – ainda é vista como uma competência indispensável ao trabalho em equipe.

Negociação – Relacionar-se com pessoas é um constante negociar. Por isso, habilidades de negociação e conciliação de diferenças são importantes para todos os profissionais.

Flexibilidade cognitiva – é a capacidade de desenvolver ou usar diferentes conjuntos de regras para combinar as coisas de diferentes maneiras. Os setores que mais vão exigir essa capacidade são bens de consumo, comunicação e tecnologia da informação.

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